Gosto de entender como as decisões são tomadas.
Sou empresário, sócio da BeeAds e conselheiro estratégico. Há mais de uma década trabalho dentro de empresas reais, com metas, equipes, prazos e sócios que nem sempre concordam.
Do detalhe ao sistema
Minha formação prática veio do marketing digital: aquisição, mídia, funis, vendas, CRM, automação, tecnologia. É um campo que obriga a olhar número todo dia e a conviver com o fato de que uma hipótese bonita pode não funcionar na semana seguinte.
Com o tempo, os projetos foram deixando uma pergunta recorrente. Quando uma campanha não trazia resultado, o motivo raramente estava na campanha. Estava na oferta, no processo comercial, no sistema que não conversava com outro sistema, na decisão que ninguém tinha autoridade para tomar. O problema de marketing era, muitas vezes, a ponta visível de outra coisa.
Foi assim que meu trabalho se deslocou do detalhe para o sistema. Hoje passo a maior parte do tempo com empresários e executivos, ajudando a estruturar problemas que atravessam várias áreas e a transformar decisões em planos que a operação consiga sustentar.
A BeeAds como laboratório
Sou sócio da BeeAds, empresa de marketing, tecnologia e crescimento empresarial. Ser empresário muda a forma de aconselhar: eu também contrato, erro, reorganizo, escolho o que não fazer e convivo com as consequências.
A BeeAds é onde muitas das ideias deste site são testadas. É também uma das formas de execução disponíveis quando um cliente de aconselhamento precisa implementar algo. Mas as duas coisas são separadas: o conselho não depende de a execução ficar com a BeeAds.
De onde vem a forma como eu penso
Sempre me interessei por sistemas: como partes simples, combinadas, produzem comportamentos que ninguém planejou. Isso aparece na tecnologia, que me acompanha desde cedo, e aparece nas empresas.
Jogos de estratégia me ensinaram cedo que recursos são finitos, que toda jogada fecha outras e que o adversário também pensa. A literatura me deu o hábito de desconfiar da primeira versão de uma história e de prestar atenção em quem está contando. O interesse por comportamento vem daí: decisões empresariais são tomadas por pessoas, com medo, ambição, cansaço e pressa.
Não tenho todas as respostas, e desconfio de quem diz ter. O que procuro fazer bem é outra coisa: fazer as perguntas certas, organizar o contexto e ajudar quem decide a enxergar melhor as próprias opções.
Em poucas linhas
- +10 anos
- trabalhando com empresas
- BeeAds
- sócio
- Belo Horizonte
- atuação em todo o Brasil